Comunicação Inteligente

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terça-feira, 26 de julho de 2011

Fuja das estrias pós gravidez

As estrias são uma das alterações dermatológicas mais temidas pelas mulheres e que acompanham geralmente a gravidez. As estrias nada mais são do que cicatrizes ocasionadas pelo rompimento das fibras elásticas e de colágeno, geradas por estiramento excessivo ou rápido da pele e por mudanças hormonais. E todos esses fatores ocorrem no período da gestação.



Um fator determinante no aparecimento das estrias é a hereditariedade; de 70% a 90% das gestantes terão uma marquinha esbranquiçada depois das quarentas semanas da gestação. Infelizmente essas marcas horrorosas na pele são algo comum após a gravidez.
É sabido que vovós, amigas ou conhecidas que já tiveram seus bebês sempre têm uma boa “receitinha” para que a futura mamãe se proteja contra as temidas estrias. Uma dessas dicas é a aplicação de manteiga de cacau no abdômen, seios e coxas, regiões mais afetadas por essas marquinhas.
Um estudo que acompanhou 175 mulheres durante a gravidez indica que esse conselho da manteiga não é eficaz. Algumas mulheres do estudo aplicaram manteiga de cacau no corpo e outras apenas um placebo, isto é, uma substância que não tem efeito algum. Foi concluído que a aplicação de manteiga de cacau não garantiu a prevenção de estrias se comparado às mamães que não usaram essa substância.

Conselhos para minimizar a estria - A vitamina E é uma das substâncias que mais tem eficácia na prevenção das estrias. Outro estudo realizado com 100 mulheres grávidas e publicado no "The Cochrane Database of Systematic Reviews" relata que as mulheres que usaram o hidratante contendo alfatocoferol (vitamina E) desenvolveram menos estrias do que as outras.
Durante a gravidez, o ideal é engordar somente o recomendado para evitar o excessivo estiramento da pele. Beba muita água. Hidratar a pele por dentro também é essencial. O “efeito sanfona” no corpo é extremamente maléfico, sendo um prato cheio para o surgimento de estrias.

Outra recomendação importante, mamãe: cuidado ao utilizar o hidrante nos seios, pois é uma região sensível e os mamilos estão se preparando para a amamentação. O uso do hidratante pode deixá-los com a pele mais fina podendo ser causa das rachaduras durante a amamentação.

Dicas
Para qualquer substância que queira passar na sua pele durante a gravidez consulte seu médico para que avalie se será bom para você e o bebê.
Os tratamentos dermatológicos depois da gravidez têm o objetivo de amenizar as cicatrizes. Prevenir sempre é o melhor remédio.
Os tratamentos devem ser indicados por profissionais especializados e a maior parte deles só poderá ser realizado após o período de amamentação

sábado, 9 de julho de 2011

Como evitar a prisão de ventre durante a gestação?

Dicas para a gestantes regular o intestino

A constipação, ou intestino preso, é uma queixa comum entre as gestantes. Pesquisas mostram que duas em cada três gestantes apresentam queixas sobre o funcionamento do intestino.

prisão de ventre ou intestino preso

O problema é comum devido às alterações hormonais e físicas que o corpo sofre durante a gravidez. Os sintomas tendem a se agravar a partir do segundo trimestre, quando o bebê está maior e o intestino fica mais pressionado e, conseqüentemente, mais lento. Nos casos mais graves, quando a ida ao banheiro é mais demorada menos freqüente, a gestante pode chegar a desenvolver hemorróidas, que são bastante desagradáveis e doloridas.
Os medicamentos devem ser evitados ao máximo durante a gestação, portanto, o Guia do Bebê selecionou algumas dicas para que a gestante consiga driblar a prisão de ventre e colocar o intestino para funcionar de forma natural.
A boa alimentação é fundamental para regular o intestino. Os alimentos ricos em fibras, como cereais, aveia, pães integrais, frutas, verduras e legumes estimulam o trânsito intestinal. As frutas mais indicadas são mamão, ameixa, melão, laranja, damasco, manga e morango. Evite banana, maçã, pêra e goiaba, que são constipantes. É importante adequar a alimentação aos poucos para que o organismo se acostume com o novo cardápio. Comer em horários regulares também ajuda.
A ingestão de líquido é muito importante para evitar que as fezes endureçam e para facilitar sua passagem pelo intestino. É indicado beber cerca de oito copos de água por dia. Boas opções são sucos naturais, vitaminas com mamão e água de coco.
Para dar mais um empurrãozinho no intestino é recomendada a prática de atividade física moderada e constante, como hidroginástica, yoga e caminhada, se o médico liberar. Isso porque o exercício estimula o peristaltismo, ou seja, o movimento intestinal, favorecendo a eliminação.
Se esses cuidados não forem suficientes, o médico poderá avaliar seu estado e recomendar o uso de algum medicamento. Nunca tome laxante ou chás naturais sem consultar o seu médico, pois eles podem causar problemas para a gestante e para o bebê.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Como evitar a azia na gestação

A queimação no estômago é uma sensação que incomoda muitas gestantes. Apesar de a azia ser comum durante a gravidez, vale a pena tomar alguns cuidados para evitar esse desconforto.
Em primeiro lugar, é preciso entender por que a azia aparecer durante a gestação, mesmo em mulheres que nunca sofreram com isso. Ela é causada pelas mudanças hormonais e do corpo. Como o útero ocupa cada vez mais espaço, o estômago e o intestino ficam pressionados e a digestão vai ficando cada vez mais lenta. Então, formam-se gases e, com o estômago pressionado, a comida sobe de volta ao esôfago.
Outro motivo é o aumento de progesterona no corpo durante a gestação. Esse hormônio causa o relaxamento da válvula que separa o estômago do esôfago e, conseqüentemente, os ácidos gástricos sobem para o esôfago dando a sensação desagradável de ardência no peito e na garganta, assim como o gosto ácido na boca.
Para amenizar a sensação de queimação é preciso ajustar a alimentação. O primeiro passo é cortar do cardápio alimentos pesados, com muitos condimentos, gordurosos e fritos, especialmente à noite. Evite também chocolate, café, frutas cítricas, tomate, vinagre e bebidas alcoólicas e gaseificadas. Para evitar o refluxo e ajudar a digestão, faça várias refeições pequenas e freqüentes durante o dia, coma devagar mastigando bem os alimentos e não beba muito líquido nas refeições.
Outro cuidado que pode ajudar a aliviar os sintomas é evitar deitar durante pelo menos uma hora após as refeições. Procure elevar a cabeceira da cama usando almofadas e travesseiros. Dormir em uma posição quase sentada, com a cabeça levantada, ajuda a manter os ácidos no estômago.
Também é importante controlar o seu peso e usar roupas largas e confortáveis, que não apertem a cintura e o estômago. Se esses cuidados não ajudarem a aliviar a azia, procure um médico. Ele poderá avaliar melhor seu estado e, se necessário, receitar o uso de um antiácido.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

O sono da mamãe é imprescindível

A partir do momento em que a mulher descobre a existência de um serzinho dentro de si, ou até mesmo quando isso é apenas uma desconfiança, o sono dela já sofre alteração, sem previsão de quando voltará a ser como era antes da gravidez.



Isso mesmo, sem previsão! Depois que as mulheres se tornam mães, o sono provavelmente nunca será o mesmo.
Mesmo quando o filho cresce, a mamãe dificilmente terá aquele sono da adolescência (quando dormia vendo Sessão da Tarde). A situação segue inalterada anos depois. Os filhos crescem e começam a ir para as “baladas”; as mamães ficam com o sono leve de preocupação.
Nada de desespero. O importante é ter disciplina e organização. Já na gravidez o organismo vai preparando o corpo para as noites mal dormidas depois que o bebê nasce.
Nos três primeiros meses de gestação a mulher sente um cansaço e um sono quase que incontroláveis. São as mudanças hormonais da gravidez. Sempre que puder, descanse. Os enjôos podem também aparecer atrapalhando o seu sono e deixando-a mais cansada e com sono. Ainda sim, qualquer tempinho para descansar é bem vindo.
Normalmente depois dos três meses até o quinto mês o sono e o cansaço voltam a ser mais equilibrados e ainda não há o imenso barrigão atrapalhando a posição de dormir da mamãe. Aproveite essa época para dormir gostoso.

Barrigudinha - Passando o quinto mês o tamanho da barriga já começa a atrapalhar o sono, principalmente pela mamãe não achar uma posição confortável.
As mulheres que estão acostumadas a dormir de bruços podem sofrer ainda mais. O sono pode tornar-se fragmentado, uma vez que os movimentos dos bebês na barriga da mamãe a fazem despertar inúmeras vezes no decorrer do descanso. As câimbras, assim como os enjôos dos primeiros meses, podem aparecer na reta final da gravidez prejudicando ainda mais o sono da mamãe.
Após o nascimento do bebê o sono da mamãe fica mais quebrado, principalmente nos três primeiros meses. O bebê acorda várias vezes à noite para mamar, por estar com a fralda molhada ou até por ter o aconchego do colo. A mamãe deve aproveitar todos os momentos em que seu bebê encontra-se dormindo para descansar com ele.
O ideal seria que se encontre alguém como o marido, empregada ou a vovó para ajudar com os afazeres domésticos e compras.
Após o terceiro mês o bebê começa a regular melhor o sono, podendo até dormir a noite toda ou acordando apenas uma vez para mamar. A mamãe não pode esquecer que dormir pouco ou ter o sono irregular pode deixar a mulher mais ansiosa, com variações bruscas de humor, trazer problemas físicos e psíquicos e até afetar seu relacionamento social.
Nessa época não é a quantidade de sono que prevalece, mas sim a qualidade desse sono.
Algumas dicas são preciosas para essa qualidade do sono. Vejamos: adequar ao ritmo do bebê e aproveitar as horas em que o pequeno dorme para descansar também.
Evite colocar o bebê para dormir na mesma cama, pois há o perigo de asfixia. Além disso, quanto mais a criança se acostumar a dormir na cama dos pais, pior será o processo de adaptação ao berço.
Em caso de choro na madrugada, tente convencer o pai a executar a tarefa de fazer a criança voltar a dormir, a menos que o bebê não tenha sido amamentado. Neste caso, apenas a mamãe resolve (amamentar).
São algumas dicas que aumentam o tempo de sono e fazem uma diferença enorme para o bem estar da mamãe.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Estrias na gravidez: como vencer essa guerra

Chega a época da gravidez e eis que surgem vilões para atormentar a vida da mamãe: as estrias. São temidas pela grande maioria das futuras mamães e se instalam principalmente na região abdominal e dos seios.
O bom é saber que tem como reduzir ou até prevenir o aparecimento das estrias, desde que haja cuidados na pele antes, durante e depois da gestação.
As estrias, explica a fisioterapeuta Renata Silvestrin, são cicatrizes ocasionadas pelo rompimento das fibras elásticas e de colágeno geradas por estiramento excessivo ou rápido da pele e por mudanças hormonais que acontecem durante a gravidez.
Mulheres que tem mães ou avós com estrias ou que tiveram durante a gravidez estão mais propensas ao aparecimento dessas pequenas cicatrizes.
O estiramento excessivo ou rápido da pele pode ocorrer durante a gravidez com um grande aumento de peso e esse é o motivo principal do aparecimento das estrias, principalmente aliado com o fator hereditário.
"Com o rompimento das fibras, o sangue inunda a região, formando uma pequena cicatriz avermelhada e com o passar do tempo se tornam mais claras e mais difíceis de serem tratadas", conta Renata Silvestrin.

Cuide bem da pele e controle o peso - A pele tem que estar hidratada para que as fibras de colágeno e elastina agüentem a pressão que o crescimento da pele faz durante a gravidez, principalmente na região da barriga e seios. Produtos que contenham em sua fórmula uréia (máximo 3%), lactato de amônia, colágeno, elastina, vitamina E e óleos vegetais são recomendados antes da gravidez e durante a gravidez.
Mulheres com predisposição ao aparecimento das estrias podem diminuir o rompimento das fibras, mas dificilmente irá evitá-las totalmente. As que não têm esse histórico podem até se privar da convivência com essas cicatrizes.
Durante a gravidez, o ideal é engordar somente o recomendado, isto é, até 12 quilos durante os nove meses para evitar o excessivo estiramento da pele. O uso dos hidrantes deve continuar ou ser começado assim que souber da gravidez pelo menos duas vezes por dia, de manhã e à noite.
Cuidado ao utilizar o hidrante nos seios: a região dos mamilos deve ser evitada, pois estão se preparando para a amamentação e o uso do hidratante pode deixá-los com a pele mais fina e sensível podendo ser causa das rachaduras durante a sucção do bebê quando nascer.
"Nutrindo e hidratando a pele antes e depois da gravidez e não engordando demais durante a gestação são atitudes essenciais para alguns tratamentos em clínicas estéticas e dermatológicas pós-gravidez e até pós-amamentação que podem melhorar e muito o aspecto das estrias que aparecerem durante o período da gestação", informa a fisioterapeuta.
Os tratamentos devem ser indicados por profissionais especializados e a maior parte deles só poderá ser realizado após o período de amamentação. O objetivo é estimular a produção de novas fibras de colágeno e elastina na região das estrias deixando-as mais finas e menos aparentes.

Escolha boas roupas - As roupas íntimas devem ser confortáveis, ajudando na prevenção das estrias. Os sutiãs devem ser reforçados, suportando o crescimento e o peso que aumentam significativamente durante a gestação.

Dicas
Mesmo para passar na sua pele um hidratante que já conhece e já usou, a mamãe deve procurar o seu médico para saber se há alguma substância na sua fórmula que possa prejudicar o desenvolvimento da gravidez.
Não há milagre, não há cura. O bom é prevenir. Os tratamentos têm o objetivo de amenizar as cicatrizes.
Engordar demais durante a gravidez é prejudicial para a saúde da mulher, do bebê e para a aparência estética da mamãe, como o aparecimento das estrias.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Translucência Nucal - 11ª e 13ª semana


Uma das primeiras sensações de uma mulher que deseja ter um filho e descobre que está grávida é uma felicidade imensa que irradia para todos os lados.
Um tempo depois, essa alegria se mistura com um pouco de preocupação com o futuro bebê: “Será que está tudo bem com o meu filho?”, “Será que ele está se desenvolvendo normalmente dentro da barriga e com saúde?”.
Para saciar essa expectativa da futura mamãe, há alguns exames que são feitos por especialistas durante toda a gestação que podem dizer se está ou não tudo bem com o bebê em desenvolvimento. Um desses exames é a medida de Translucência Nucal (TN).
A Translucência Nucal é medida durante a ultra-sonografia realizada entre a 11ª e 13ª semana gestacional. A ultra-sonografia geralmente é abdominal, mas se a medida não for possível, pode ser necessária a realização da ultra-sonografia transvaginal.  Se houver um acúmulo excessivo de líquido na região da nuca do feto, aumenta o risco do bebê ter uma alteração cromossômica, mal-formações ou alguma síndrome genética.
Vale ressaltar que a TN não faz o diagnóstico, isto é, não oferece certeza absoluta, mas revela um risco grande daquele feto que está com acúmulo de líquido na região da nuca apresentar alguma alteração. Lembre-se que fazer um diagnóstico de alguma alteração precoce é fundamental para a realização de um tratamento o mais breve possível.

Síndrome de Down - A mais conhecida das alterações cromossômicas é a Síndrome de Down, onde, além da TN, a idade materna e a história anterior na família de alteração cromossômica também são importantes para calcular o risco. Para se ter certeza do diagnóstico de Síndrome de Down é preciso realizar outros exames como o estudo de cariótipo fetal (aminiocentese).
Dos fetos que apresentam a TN aumentada e o cariótipo normal, há grandes chances de mal-formações do coração, síndromes genéticas ou mesmo o não desenvolvimento pleno do feto resultando em abortos espontâneos ou morte intra-útero.
Toda mulher tem algum risco de dar a luz a um bebê com alguma alteração cromossômica. Se a mamãe tiver 25 anos, o risco inicial é de 1/430, isto é, a cada 430 mamães, 1 terá um filho com anomalia cromossômica. Caso tenha 35 anos, o risco sobe para 1/125.
Mas esse número pode aumentar ou diminuir de acordo com os fatores já mencionados aqui, entre os quais a idade da mulher (quanto mais velha a mamãe grávida, maior é o risco) e de história na família de alterações, chamado de risco ajustado ou individual.
Como é um exame simples e não invasivo, ou seja, não há risco para mamãe e nem para bebê, esse exame deve ser realizado rotineiramente no pré-natal em todas as mamães grávidas.
A partir do cálculo desse risco deve-se então verificar a necessidade de se realizar exames mais invasivos para se ter a certeza do diagnóstico, possibilitando tratamento mais específico e o aconselhamento genético para o casal sobre as possíveis anomalias do seu bebê. 

Dicas
A Translucência Nucal também proporciona verificar com mais precisão a idade gestacional da mulher, facilitando o acompanhamento do crescimento fetal.
Caso a TN estiver aumentada, não tenha medo e pergunte tudo o que lhe passar pela cabeça na consulta médica.
Quanto mais conhecer o seu bebê, melhor vai poder cuidar da maior preciosidade que você carrega.