Comunicação Inteligente

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quinta-feira, 7 de julho de 2011

Como evitar a azia na gestação

A queimação no estômago é uma sensação que incomoda muitas gestantes. Apesar de a azia ser comum durante a gravidez, vale a pena tomar alguns cuidados para evitar esse desconforto.
Em primeiro lugar, é preciso entender por que a azia aparecer durante a gestação, mesmo em mulheres que nunca sofreram com isso. Ela é causada pelas mudanças hormonais e do corpo. Como o útero ocupa cada vez mais espaço, o estômago e o intestino ficam pressionados e a digestão vai ficando cada vez mais lenta. Então, formam-se gases e, com o estômago pressionado, a comida sobe de volta ao esôfago.
Outro motivo é o aumento de progesterona no corpo durante a gestação. Esse hormônio causa o relaxamento da válvula que separa o estômago do esôfago e, conseqüentemente, os ácidos gástricos sobem para o esôfago dando a sensação desagradável de ardência no peito e na garganta, assim como o gosto ácido na boca.
Para amenizar a sensação de queimação é preciso ajustar a alimentação. O primeiro passo é cortar do cardápio alimentos pesados, com muitos condimentos, gordurosos e fritos, especialmente à noite. Evite também chocolate, café, frutas cítricas, tomate, vinagre e bebidas alcoólicas e gaseificadas. Para evitar o refluxo e ajudar a digestão, faça várias refeições pequenas e freqüentes durante o dia, coma devagar mastigando bem os alimentos e não beba muito líquido nas refeições.
Outro cuidado que pode ajudar a aliviar os sintomas é evitar deitar durante pelo menos uma hora após as refeições. Procure elevar a cabeceira da cama usando almofadas e travesseiros. Dormir em uma posição quase sentada, com a cabeça levantada, ajuda a manter os ácidos no estômago.
Também é importante controlar o seu peso e usar roupas largas e confortáveis, que não apertem a cintura e o estômago. Se esses cuidados não ajudarem a aliviar a azia, procure um médico. Ele poderá avaliar melhor seu estado e, se necessário, receitar o uso de um antiácido.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

19 Semana

É provável que nesta semana você esteja realizando mais um ultrasom, mas este é bem mais do que para apenas saber o sexo do bebê. O ultrasom das 18 à 20 semanas chame-se de morfológico e é realizado para detectar possíveis más-formações fetais e examinar mais detalhadamente os sistemas orgânicos do bebê e seu desenvolvimento de maneira geral, buscando assegurar que ele não esteja com problemas.

Se você ainda não sentiu seu bebê se mexer, saiba que é perfeitamente normal e não irá fazer mal nenhum se você o estimular a se mexer. Tente tocar uma música alta para ele, além de acordá-lo, algumas gestantes relatam que paracem sentir o bebê chutar conforme a batida da música. Também pode ajudar ficar deitada de lado, com a barriga amparada por um travesseiro, isto irá obrigar o bebê a mudar de posição e se adaptar a sua. Mas ainda, se tudo isso falhar, tente beber algo doce e bem gelado, quem sabe não dá algum resultado.

Faça exercícios na água, eles são uma boa atividade para lhe ajudar a manter a forma e dar uma maior sustentação e resistência extra da sua barriga.

Enquanto isso... na nossa barriga:


 - As impressões digitais começam a se formar, garantindo ao su bebê que ele será um indivíduo único.

- Os olhos fazem movimentos aleatórios sob as pálpebras ainda fechadas.
- Agora a parte superior do seu útero está no mesmo nível do seu umbigo.

- Um pouco de gordura começou a envolver o corpo do bebê, mas ele ainda parece bem magro, e a cabeça, grande demais para o fágil pescoço.

- As orelhas afastaram-se da linha do maxilar para a posição final, ao lado da cabeça. Também os olhos estão agora na posição final e voltados para frente.

- Mesmo sem que nós tenhamos conhecimento, nesta fase o bebê começa a ter soluços, eles são perfeitamente normais e assemelham-se aos nossos. Soluço nada mais é do que uma contração curta do diafragma, forte e espasmódica, que dura em média menos de um segundo.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Estudo comprova que vacina contra gripe protege grávidas e respectivos bebês

Crianças cujas mães foram vacinadas têm 48% menos risco de ser hospitalizadas por causa da doença


  shutterstock

As baixas temperaturas do inverno aumentam os casos de gripe entre gestantes e crianças. Mas os recém-nascidos são os que mais sofrem com a doença. Os bebês de até 6 meses de idade apresentam as maiores taxas de hospitalização por gripe entre as crianças. Um dos motivos é que, além de serem mais frágeis, para essa faixa etária não existem vacinas específicas. Isso porque não há estudos suficientes que determinem uma dosagem segura para crianças pequenas que ainda têm os órgãos imaturos. Mas, para o alívio das mães, cientistas norte-americanos reforçam algo já comprovado antes: a vacinação das gestantes também protege os recém-nascidos.

De acordo com o estudo da Wake Forest University Baptist Medical Center, divulgado pelo American Journal of Obstetrics & Gynecology, os bebês cujo as mães foram vacinadas durante a gestação reduziram em 48% os ricos de hospitalização por influenza. A pesquisa analisou os dados provenientes de 1500 crianças de até 6 meses e suas respectivas mães.

“A vacinação proporciona ao bebê maior segurança nas primeiras semanas e meses do pós-parto porque produz uma elevação dos anticorpos no sangue da mãe, que passam através da placenta para o bebê. Com isso a criança tem um aumento da imunidade e fica protegida até ela começar a produzir anticorpos por si mesma”, explica Edílson Ogeda, ginecologista e obstetra do Hospital Samaritano de São Paulo.

Além dos benefícios para o recém-nascido, o médico destaca também a importância da vacinação para a saúde da mãe, já que durante a gravidez a mulher fica mais vulnerável aos sintomas da gripe. “A grávida tem os sistemas cardiovascular, imunológico e respiratório alterados devido às adaptações que seu corpo faz para gerar a criança e, por isso, fica doente com maior facilidade", diz. Mais um motivo para manter a carteira de vacinação em dia durante os nove meses.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Meditação para gestantes

Buscando o equilíbrio e o vínculo com o bebê

 

Na prática de yoga utilizamos diversas técnicas para aquietar a mente: trabalhamos com o corpo por meio das posturas (chamadas asanas), exercícios respiratórios (pranayamas), práticas de limpeza (kryas) e meditação. Muitas pesquisas apontam a meditação como prática importante para diminuir o estresse, a ansiedade e quadros depressivos, sendo, dessa forma, muito indicada para complementar os tratamentos.

Durante a gestação, quando tantas mudanças estão acontecendo com a mulher, seja no corpo ou nos sentimentos, equilibrar corpo e mente é fundamental. Não é raro a ansiedade, preocupação e medo tomarem conta da nova mãe.
A prática do yoga aliará os cuidados com o corpo com a tranquilização da mente. Reconhecendo as mudanças que estão acontecendo e vivenciando as diferenças ao executar as posturas a cada semana, a gestante vai aprendendo a lidar com seu corpo, trabalhando seus limites e estreitando a relação mente-corpo.
Na meditação, a concentração da mãe é direcionada para a respiração, que funciona como âncora para desviar a atenção dos pensamentos: enquanto meditamos tentamos aquietar a mente. A visualização de que cada respiração acontece para si e para seu bebê levando oxigênio e alimentos traz consciência e vínculo para essa criança que está se formando.

 

Yoganidrá
Outra prática é o yoganidrá, o yoga do sono, um relaxamento profundo feito no final da aula, em que a gestante atinge um estado de tranquilidade e, ao mesmo tempo, de atenção às mensagens, imagens e sentimentos que estão sendo passados pelo instrutor. A grávida aprende a relaxar todo o corpo, ter consciência de cada parte e de como levar a sua mente até ela para que se solte. As visualizações positivas preparam para o parto e para o recebimento do bebê que chegará. A repetição do relaxamento com regularidade faz com que a gestante aprenda a atingir um autorrelaxamento profundo muito útil e benéfico durante o trabalho de parto.

Experimente fazer um pequeno exercício:

Deite-se sobre o lado esquerdo com a cabeça e as pernas bem acomodadas em travesseiros ou almofadas e comece a prestar atenção na sua respiração. Faça cada expiração mais lenta que a inspiração. Comece a observar o seu corpo dacabeça aos pés,atentando-se para cada parte e imaginando que ela está relaxada.
Depois de percorrer todo o corpo, coloque as mãos sobre a barriga e concentre-se na respiração, levando o ar na direção das suas mãos e observando o movimento que a barriga faz. Visualize o bebê, todo o seu corpinho, converse com ele, conte o que tem feito e como está se preparando para recebê-lo.
Você pode se aprofundar na prática com a orientação de um professor, mas caso não seja possível, você pode encontrar livros de meditação para gestantes que acompanham CD para praticar em casa,como o Meditação para gestantes, da Fadynha.
Katia Barga é instrutora de yoga para gestantes, baby yoga e doula. Para mais informações, acesse: http://www.babyyoga.com.br

domingo, 3 de julho de 2011

Mamães "atletas", bebês saudáveis

Todas as mulheres sabem dos benefícios do exercício físico para a saúde e bem-estar do próprio corpo. O que algumas desconhecem é que fazer atividades físicas durante a gravidez faz bem não só para a mamãe como também para o bebê que carrega na barriga.


O Instituto de Saúde Pública da Noruega, em Oslo, realizou uma pesquisa com mais de 36 mil mulheres que tiveram uma gestação a termo, isto é, o bebê nasceu no tempo esperado, nem prematuro nem depois das 42 semanas.
O resultado revelou que a mamãe que faz exercícios regularmente diminui muito o risco de o seu bebê nascer com sobrepeso. As mamães foram submetidas a dois questionários onde respondiam dados sobre suas atividades físicas realizadas entre a 17ª e 30ª semana de gravidez.
É simples a explicação sobre a importância de a mamãe fazer exercícios corretos na gravidez para o nascimento de bebês mais "enxutos".
Um dos principais motivos para o sobrepeso do bebê ao nascer é o excesso de glicose no sangue da mamãe durante a gravidez. Durante a gestação, a placenta produz grandes quantidades de hormônios imprescindíveis para o desenvolvimento do feto, mas deixam o organismo da mamãe resistente à insulina.
Normalmente, o pâncreas consegue produzir mais insulina, mas em algumas mulheres o nível de glicose ainda fica alto, mesmo que a mulher não apresente uma diabetes gestacional. Esse alto nível de glicose alimenta o bebê em demasia, deixando-o com excesso de peso.
O estudo norueguês relata que exercícios físicos regulares durante a gravidez (pelo menos três vezes por semana) diminuem o risco de dar à luz a um bebê com sobrepeso entre 23% e 28%. Os exercícios sensibilizam os receptores de insulina e aumentam a utilização de glicose nessas gestantes, mantendo os níveis da glicemia estáveis.

Saiba queimar calorias - Nem toda mamãe pode fazer exercícios físicos. Há várias contra indicações. É importante que elas saibam quais são: doença do coração, risco de parto prematuro, sangramento uterino, hipertensão descontrolada, placenta prévia, entre outros. As mamães que antes de engravidar eram sedentárias, devem esperar o primeiro trimestre para começar os exercícios. As mamães que já realizavam exercícios antes da gravidez podem continuar durante toda a gravidez.
Há outros fatores que interferem no peso de nascimento do bebê, como idade materna, número de filhos, hipertensão, diabetes e pré-eclâmpsia.

Dicas
Procure orientações do seu médico para verificar a possibilidade da realização de exercícios físicos durante a gravidez.
Assim que decidir pela atividade física busque um educador físico atualizado em exercícios para gestantes. Lembre-se que muita atividade não é sinônimo de benefício ao corpo.
Faça sempre uma alimentação balanceada sem excesso de carboidratos e doces

sábado, 2 de julho de 2011

Voz materna é especial para o bebê

Uma pesquisa realizada pela Universidade de Montreal, Canadá, revelou cientificamente o que o instinto materno sempre indicou: a voz da mamãe é especialmente exclusiva para o seu bebê.


Para dar mais sentido a essa afirmação, foi feito um estudo com 16 recém-nascidos com até 24 horas de vida. Eletrodos foram colocados na cabeça dos bebês enquanto dormiam e foi pedido para que as mães verbalizassem um fonema.
Foi pedido para que outras mulheres, as enfermeiras, repetissem o mesmo exercício.
O monitoramento dos sinais cerebrais dos bebês mostrou que a área cerebral ativada quando a mãe fala é a do hemisfério esquerdo, mais precisamente a área do processamento da linguagem e o circuito responsável pelas habilidades motoras.
Quando a enfermeira falou com o mesmo bebê a parte cerebral ativada foi o hemisfério direito na área do reconhecimento da voz.
Essa pesquisa indica que a mãe é a iniciadora da aquisição de linguagem da criança e que há uma ligação neurobiológica entre aquisição da linguagem pré-natal e habilidades motoras ligadas envolvidas com a fala.

Papo entre mãe e filho ainda na barriga - Você sabia que o bebê, geralmente, começa a escutar a voz da mamãe desde a 24ª semana de gestação?
Uma dica importante que fica diante dessa pesquisa é que a mamãe deve conversar com o seu filho mesmo no período em que bebê está na barriga dela. Não é loucura, não.
Isso é reconfortante, deixa o bebê seguro e faz com que melhore a sua aquisição de fala.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Resfriado e gripe na gravidez

Por que agora que estou grávida não paro de ter resfriados?

Seu sistema imunológico fica suprimido durante a gravidez para evitar rejeição ao feto, o que significa que você fica mais vulnerável a infecções como resfriados e gripes.
Uma dieta saudável que inclua muitas frutas, verduras e legumes ajuda a fortalecer o sistema imunológico, por conter antioxidantes, como a vitamina C, que auxiliam no combate a infecções. Converse com o obstetra para saber se, no seu caso, é recomendável tomar suplementos vitamínicos. Descanse bastante e procure não se estressar demais.

Posso tomar remédios durante a gravidez?

Nunca compre remédios sem antes checar com seu médico se que eles são adequados para gestantes. Muitos deles contêm substâncias que não foram testadas em grávidas e podem prejudicar o desenvolvimento e a saúde do bebê em formação.
Se realmente precisar tomar analgésicos, o paracetamol é seguro (nas doses recomendadas). Evite aspirina porque ela pode afetar o desenvolvimento do bebê nas primeiras semanas de gravidez, assim como, no finalzinho da gestação, alterar o início e a duração do trabalho de parto. Evite ibuprofeno, codeína e outros analgésicos que contenham uma combinação de substâncias.
Procure também não tomar doses excessivas de vitamina C - não ultrapasse os 60 mg por dia.

Como tratar os resfriados?

Veja algumas maneiras seguras e naturais para aliviar os sintomas:

• Mantenha uma dieta equilibrada, que inclua frutas, verduras e legumes, ótimas fontes naturais de vitaminas, minerais, carboidratos, proteínas e gordura.

• Tente fazer uma inalação só com soro fisiológico se seu nariz estiver entupido. Se não tiver um inalador, coloque água bem quente em uma bacia, acrescente duas ou três gotas de óleo de eucalipto ou de menta e, com uma toalha cobrindo a cabeça, aproxime o nariz da solução.

• Para dor de garganta e tosse, prepare um chá com mel e limão.

• Faça gargarejos com água e sal para ajudar nas infecções de garganta.

• Descanse o máximo que puder -- o sono ajuda o corpo a se restabelecer.

• Beba bastante líquido. Os chás são especialmente bons para dar sensação de alívio aos resfriados. Só tenha cuidado para escolher chás de ervas que não contenham cafeína.

• No caso de sinusite, experimente colocar duas gotas de óleo essencial de manjerona em um lenço e cheire-o com freqüência.

• Não deixe de mencionar para seu médico se pretende usar remédios homeopáticos.

Quando devo ir ao médico?

Converse com o médico que faz seu pré-natal se apresentar uma tosse persistente e um resfriado prolongado, já que eles podem ser sinais de uma infecção secundária, a qual precisará de outro tratamento.
Devido à ameaça do vírus influenza A/H1N1, procure atendimento médico se tiver febre. Não espere os sintomas piorarem - fale com um médico nas primeiras 24 horas, de preferência.

Como posso tratar uma gripe?

Os sintomas da gripe - febre, dor de cabeça, calafrios, cansaço e perda de apetite - podem realmente derrubar você durante a gravidez. Beba bastante água, chá e sucos, especialmente se tiver febre, para evitar uma desidratação. Suco de laranja, rico em vitamina C, ajudará a combater a infecção, e chá de mel com limão vai aliviar a dor de garganta.
Quando voltar a ter alguma vontade de comer, procure consumir alguma coisa nutritiva, como frutas, torradas de pão integral ou leite. Descanse bastante e não volte ao trabalho até que se sinta completamente recuperada -- o médico pode ajudar, fornecendo os atestados necessários.
Se estiver demorando a melhorar, vá ao médico para ter certeza de que não há outra infecção. Muitos médicos recomendam que as grávidas tomem a vacina contra a gripe.

A gripe pode afetar o bebê?

Não. Mesmo que você esteja se sentindo bem mal, fique tranqüila porque o bebê está protegido do vírus dentro do seu útero. No caso de ter febre muito alta, é bom falar com o médico. Assim como nos resfriados comuns, a dose adequada de paracetamol pode ajudar a aliviar os sintomas.
Descanse, descanse e descanse. Não volte à rotina enquanto não estiver plenamente recuperada.

Vou ter que tomar antibióticos. Eles fazem mal ao bebê?

Há muitos antibióticos que são seguros de se tomar durante a gravidez, mas outros não, por isso não se esqueça de mencionar a qualquer médico que for que você está grávida.
O uso das penicilinas é seguro na gestação, ao contrário das tetraciclinas, que podem provocar anormalidades fetais no início da gravidez e causar descoloração nos dentes de leite e nos permanentes de seu filho se forem administradas no final.